Edital concurso Caixa

Segue o apuro na atuação que visa à aceno de aprovados do concurso Caixa Econômica Federal 2014, impetrada pela Justiça Federal. A partir de junho não houve avanços. Enquanto isto, mais de 30 mil candidatos para o cargo de técnico bancário vivem a aguardamento de um conclusão afirmativo.

“Nosso atração física era que essa agenda fosse votada já”, frisou o caixeiro-viajante da Cargo de Aprovados do último concurso do banco, André Pinheiro. Procurada, a Ajuda de Imprensa da Caixa revelou como estão estes trâmites.

“O processamento está aclive de análise pelo Tribunal Local do Trabalho do Distrito Federal e Tocantins, e também não há suposição de data para análise do apreço da atuação”.  Já André Pinheiro explicou o razão da atraso na eleição. “O presidente da segunda agremiação do TRT da 10ª Região (DF e TO), desembargador João Amílcar Silva e Souza Pavan, pretende isto seja realizado no momento em que todos os cinco desembargadores estiverem reunidos em benefício da alteração dessa agenda, o que também não resultou a partir de junho”.

Para André e a Cargo de Aprovados, essa atraso possui 2 lados, um afirmativo e outro contraproducente. “O bom é que será uma eleição mais aglutinar, uma vez que terá todos os votos possíveis, porém em compensação a cada dia que passa é um dia a mais de delonga. Não sei se nesse período teremos qualquer resposta final, pode ser que fique apenas para 2018”, pontuou.

Entenda o caso do concurso Caixa 2014

O caso se desenrola a partir de janeiro de 2016. Naquele mês, o Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal e Tocantins (MPT-DF/TO) ajuizou uma atuação civil pública para que o banco prorrogasse por tempo ambíguo a utilidade do concurso de 2014 da Caixa, para técnico bancário (que venceria em junho desse ano), a fim de que o banco tivesse um tempo extra para contatar mais aprovados do arquivo de acúmulo.

Em meio à atraso no análise dessa atuação, uma outra explicação que causou assomo não apenas entre o grupo de aprovados foi a alteração no normativo interno do banco. Perante dos rumores de que isto poderia abrir espaço para contratações temporárias, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, se manifestou em agosto.

“Momentaneamente, não há desejo da Caixa de realizar nenhuma admissão terceirizada para um forma de posto de trabalho dentro do banco”, afirmou. “Se o colegiado avaliar que a Caixa não cometeu crime um (em não contatar mais aprovados), a adiamento acaba e a utilidade das seleções similarmente”, disse André Pinheiro. Com isto, os aprovados de 2014 que estão no aguardo não poderiam mais ser chamados, e o caminho estaria aberto para uma nova compilação pública. O banco também não confirmou isto.

Enquanto a Caixa não contrata aprovados do edital concurso Caixa 2014, o governo cogita a privatização da empresa. Servidores, no entanto, já prometeram se movimentar por uma “Caixa 100(ORIGINAL)|100 (CEM)|CEM}% pública”.

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